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Mercado Livre reforça impacto econômico e amplia uso de inteligência artificial contra produtos irregulares

O Mercado Livre apresentou novos dados sobre sua operação no Brasil, destacando o impacto econômico e os avanços em logística e segurança da plataforma. Em 2024, cerca de 5,8 milhões de empreendedores e pequenas e médias empresas (PMEs) venderam por meio do ecossistema da companhia, movimentando R$ 381 bilhões — valor equivalente a 3,2% do PIB nacional. Para 59% das PMEs, as vendas na plataforma representam a principal fonte de renda.

Segundo a empresa, somente no ano passado foram gerados mais de 111 mil empregos no país. “Mais do que números, os dados refletem histórias reais de transformação vividas por milhões de brasileiros que empreendem e crescem junto com a plataforma”, afirmou Fernando Yunes, vice-presidente sênior e líder do Mercado Livre no Brasil.

Com a expansão de sua malha logística, que em 2025 registrou aumento de 47% na metragem das instalações, totalizando quase 5 mil operações, a companhia intensificou sua capacidade de entrega. Atualmente, 56% das entregas são realizadas em até 24 horas nas capitais, percentual que chega a 73% no estado de São Paulo.

Monitoramento de produtos proibidos

A empresa também destacou as medidas adotadas para atender à resolução da Anatel que responsabiliza marketplaces pela venda de itens não homologados. Agora, os vendedores precisam informar o código de homologação da agência ao cadastrar produtos eletrônicos.

Para reforçar a fiscalização, o Mercado Livre utiliza inteligência artificial (IA) capaz de identificar e remover anúncios irregulares. Apenas em 2024, mais de 10 milhões de anúncios foram derrubados automaticamente pelos sistemas da plataforma.

Além disso, a companhia mantém um programa de colaboração com grandes marcas parceiras, que monitoram a plataforma e podem denunciar itens suspeitos não detectados pela IA. Nessas situações, o Mercado Livre abre investigação e aplica sanções, que vão da exclusão do anúncio até o banimento do vendedor em caso de reincidência.

Combinando tecnologia e parcerias estratégicas, a empresa afirma buscar maior segurança para consumidores e competitividade justa para os vendedores.

Fonte: O Globo